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  • Foto do escritorFernando Kimura

O que e arte efêmera?

Atualizado: 3 de mai.


“A Dança do Tempo: Desvendando a Arte Efêmera”

Você já se deparou com uma obra de arte que parecia flutuar no ar, como se estivesse prestes a desaparecer? Ou talvez tenha testemunhado uma performance que o deixou sem fôlego, apenas para perceber que ela existia por um breve instante e depois se desvanecia como um sonho? Bem-vindo ao mundo da arte efêmera, onde o tempo é o pincel e a impermanência é a tela.


A arte efêmera é como uma borboleta que pousa delicadamente na sua janela e, antes que você possa piscar, já partiu. Ela não busca a eternidade; em vez disso, dança com o efêmero, abraçando o momento presente com paixão e ousadia. Mas o que a torna tão especial?


1 - Transitoriedade e Encanto:

  • A arte efêmera é como um raio de sol que atravessa uma folha de outono. Ela pode se manifestar de várias maneiras: instalações temporárias, performances únicas, intervenções urbanas ou até mesmo um simples desenho na areia da praia. O encanto está na sua fugacidade. Você a vê, sente sua energia e, em seguida, ela se dissolve, deixando uma marca indelével na sua memória.

2 - Mensagens em Suspensão:

  • Imagine um poema sussurrado ao vento ou uma escultura que parece flutuar no ar. A arte efêmera muitas vezes carrega mensagens profundas. Ela nos faz questionar o significado do agora, a fragilidade da existência e a beleza de algo que não pode ser retido. Como uma carta não enviada, ela permanece suspensa entre o visível e o invisível.

3 - Origem da Palavra “Efêmera”:

  • A palavra “efêmera” tem origem no grego bizantino ephêmeros, que significa “de um único dia” ou “em torno de um único dia” . Essa palavra era usada na literatura médica para descrever febres temporárias, conforme registrado pelo médico grego Hipócrates no século V a.C.


Alguns exemplos:

Pira Olímpica do Rio de Janeiro (2016):

  • Durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, duas piras foram acesas: uma no estádio do Maracanã e outra no Centro da cidade. Essas esculturas cinéticas, projetadas pelo artista Anthony Howe, giravam e dançavam com o vento. Elas celebravam o momento olímpico, mas também nos lembravam de sua efemeridade. Hoje, apagadas, permanecem como testemunhas silenciosas daquele evento grandioso.



Um exemplo aqui abaixo está em uma exposição que ocorreu no Beco do Batman somente por algumas noites:



Conclusão:

A arte efêmera é uma dança com o tempo. Ela nos ensina a apreciar o agora, a abraçar o fugaz e a encontrar beleza na impermanência. Então, da próxima vez que se deparar com uma obra que parece prestes a desaparecer, sorria. Você está testemunhando a magia da arte efêmera.


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Olá! Eu sou o Fernando Kimura, e minha paixão é explorar como a arte pode transformar nosso olhar sobre o mundo. Se você curtiu o meu post sobre arte efêmera, vamos continuar essa jornada juntos. Aqui estão minhas redes sociais para nos conectarmos:




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Obrigado por sua leitura!

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